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Separação da rede pluvial e rede de esgoto

Provavelmente você já imaginou como é realizada a separação das águas pluviais e as águas do esgoto, afinal elas não vão para apenas uma rede de tratamento. Mas como ter certeza de que elas vão para os lugares corretos?

Naturalmente, era a própria terra filtrar e enviar a água para as bacias hidrográficas. Porém com o aumento da sociedade e poluição que ela produz, foi necessário criar as estações de tratamento.

A água das chuvas – quando não captada para reuso – deve ser direcionada para um sistema independente conhecido como “rede de drenagem”, concebido a fim de evitar o alagamento das cidades. 

Este sistema apresenta tubulações e componentes (guias ou sarjetas, poço de visita, bocas de lobo) com dimensões próprias e não deve possuir nenhuma ligação com a rede de esgoto, pois este deve ser encaminhado à estação de tratamento de esgoto (ETE), enquanto as águas pluviais são despejadas diretamente nos córregos, sem receber nenhum tratamento. 

A união clandestina dos dois sistemas caracteriza crime ambiental e pode gerar problemas.

 O despejo de águas pluviais na rede de esgoto irá gerar uma sobrecarga de volume podendo acarretar em refluxo para dentro das residências, entupimento das tubulações e inundações e, por esta razão, algumas prefeituras podem aplicar multas a quem os juntar. 

Além disso, o aumento do volume de água misturado ao esgoto o diluirá, prejudicando o correto tratamento. 

O despejo de águas servidas nas redes pluviais, por sua vez, acabará por poluir o lençol freático e os rios nos quais a rede de drenagem injeta sua vazão, proliferando agentes patológicos causadores de doenças. E por conta disso que a separação e tratamento são tão importantes.